Domingo, 02 de Agosto de 2026
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Caso Henry: Monique Medeiros, acusada de matar o filho, pede que polícia barre imprensa no RJ

Professora se irritou ao notar que era seguida por um cinegrafista em uma moto

Por: Redação Acontece no RS Fonte: Rádio Guaíba com informações de R7
29/08/2022 às 22h06
Caso Henry: Monique Medeiros, acusada de matar o filho, pede que polícia barre imprensa no RJ
No banco de trás, Monique pediu ajuda à PM. Foto: Reprodução/RecordTV

Acusada pelo homicídio triplamente qualificado do filho Henry Borel, de 4 anos de idade, em março de 2021, a professora Monique Medeiros pediu a policiais, na tarde desta segunda-feira, para impedirem um cinegrafista de registrar o trajeto do carro que a levou após a saída do Instituto Penal Santo Expedito, em Bangu, na zona Oeste do Rio de Janeiro. Ela teve o alvará de soltura expedido, mais cedo, pelo juiz Daniel Werneck Cotta, em cumprimento à determinação do ministro João Otávio de Noronha, da 5ª Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que acatou o pedido de habeas corpus apresentado pela defesa.

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Para Noronha, não há fundamentos para a manutenção da prisão da ré e, por falta de justificativa legal, a mãe de Henry vai responder ao processo em liberdade. Por outro lado, o magistrado manteve a prisão do ex-vereador Jairo Santos Souza Júnior, o Dr. Jairinho, ex-namorado de Monique e também acusado de matar Henry, uma vez que, de acordo com o ministro, contra o réu existem indícios diretos de participação na morte do menino.

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Ao sair do local em que ficou presa, Monique ouviu gritos de “assassina” de pessoas que se reuniram na porta do Instituto Penal. Logo depois, no trajeto entre a cadeia e o lugar onde vai ficar instalada, para aguardar o julgamento em liberdade, a mãe de Henry Borel se irritou ao notar que era seguida por um cinegrafista em uma moto.

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Depois de alguns minutos, o carro que conduzia a suspeita parou de repente. O motorista desceu e pediu ajuda a alguns policiais na via. Em seguida, o motociclista também encostou a moto e explicou estar trabalhando. Houve uma pequena discussão, mas os policiais conseguiram controlar a situação.

Foi a segunda vez que Monique se livrou das grades desde em abril de 2021. Um ano após ser detida, ela teve a liberdade provisória garantida pela juíza Elizabeth Machado Louro, após alegar que sofria ameaças no presídio.

Confira as cenas do ocorrido obtidas, com exclusividade, pela Record TV