Terça, 04 de Agosto de 2026
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Leite afirma que redução no envio de vacinas prejudicou cumprimento de meta no RS

Ao todo, 85 cidades não atenderam todos os adultos na data prevista.

Por: Redação Acontece no RS Fonte: Rádio Guaíba
26/08/2021 às 13h49
Leite afirma que redução no envio de vacinas prejudicou cumprimento de meta no RS
Piratini aguarda orientações do Ministério da Saúde para definir cronograma da 3ª dose. Foto: Itamar Aguiar/Palácio Piratini

O governador Eduardo Leite revelou, nesta quinta-feira (26), que 412 dos 497 municípios gaúchos conseguiram bater a meta de oferecer ao menos uma dose da vacina contra a Covid-19 até o dia 25 de agosto. Segundo o político, a redução do número de vacinas enviadas ao Rio Grande do Sul, nas últimas semanas, desacelerou a campanha nas outras cidades.

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Desde o início da mobilização, o Estado vinha recebendo, aproximadamente, 6% do total de imunizantes disponibilizados pelo Ministério da Saúde. Entretanto, desde a mudança no cálculo utilizado para a divisão das remessas, o índice foi de 4%. A expectativa é de que as prefeituras mais atrasadas passem a atender a população de 18 anos em breve.

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“A partir da 32ª remessa, que chegou em 1º de agosto, tivemos essa diminuição. Entre o que nós esperávamos de vacinas remetidas ao Rio Grande do Sul e o que efetivamente chegou, tivemos cerca de 500 mil doses a menos. Mesmo assim, tivemos o empenho dos municípios para que pudéssemos avançar ao máximo na imunização”, ressalta Leite.

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Até agora, todas as prefeituras já conseguiram dar início à vacinação dos jovens de 24 anos. Quatro deles só conseguiram avançar até os de 23, enquanto nove ainda aplicam doses nos de 22. A demora se repete na faixa-etária dos 21 anos (etapa que ainda é cumprida por 11 localidades), 20 (33 cidades), 19 (30 municípios).

Terceira dose e adolescentes

Ainda conforme o Palácio Piratini, cerca de um milhão de pessoas devem receber a terceira dose da vacina contra a Covid-19 a partir de 15 de setembro. O número corresponde a toda a população com mais de 70 anos, além dos imunossuprimidos. Entretanto, o cronograma da nova etapa de vacinação depende de um aval do Governo Federal.

“Também ainda há discussões, ainda não definidas, sobre a vacinação dos adolescentes com doses da Pfizer. Os portadores de comorbidades já tomaram a primeira dose. Ainda aguardamos uma posição do Ministério para sequenciar a campanha quanto aos demais”, explica a secretária adjunta da Saúde no Rio Grande do Sul, Ana Costa.

Outro tema que está no escopo da administração estadual, e que também depende do parecer do Ministério da Saúde, é o encurtamento do prazo para a segunda dose nos imunizantes da Pfizer/BioNTech e de Oxford/AstraZeneca. O novo período, sugerido pelo Palácio do Planalto, seria de oito semanas.

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