
A Polícia Civil de Santa Catarina segue na investigação que aponta que o pai de Isabela Miranda Borck, de 17 anos, raptou a filha em Itajaí e depois alegou que a morte dela teria sido acidental, versão que é contestada pelos investigadores. O corpo da adolescente foi localizado em uma área de mata no município de Caraá, no Rio Grande do Sul, próximo à casa onde o homem morava.
Segundo a polícia, Isabela estava desaparecida desde a madrugada de 30 de novembro e tinha medida protetiva contra o pai, que havia sido condenado um mês antes a mais de 16 anos de prisão por estupro contra a própria filha.
Durante interrogatório, o pai da adolescente afirmou que ela teria fugido ao chegar à residência dele, no Rio Grande do Sul, e sofrido um acidente em meio à mata. De acordo com o relato, após a queda, ele teria ocultado o corpo por acreditar que não conseguiria comprovar o que chamou de acidente.
O delegado Roney Péricles, da Polícia Civil, informou que o homem também declarou ter abordado a filha à força, no momento em que ela descia por um vão de escada.
“Nesse momento, ele teria abordado ela e a levado até o carro, utilizando um mecanismo para dar choque como ameaça, caso ela se negasse a acompanhá-lo”, relatou Péricles.
A versão apresentada pelo investigado, no entanto, não condiz com os elementos reunidos até o momento, segundo a Polícia Civil. A principal linha de investigação aponta que Isabela foi morta em Itajaí e que o corpo foi posteriormente levado e ocultado no Rio Grande do Sul.
“A principal linha de investigação aponta, no presente momento, que tenha ocorrido um feminicídio e, posteriormente, a ocultação do cadáver”, afirmou o delegado.
A Polícia Civil de Santa Catarina segue na investigação que aponta que o pai de Isabela Miranda Borck, de 17 anos, raptou a filha em Itajaí e depois alegou que a morte dela teria sido acidental, versão que é contestada pelos investigadores. O corpo da adolescente foi localizado em uma área de mata no município de Caraá, no Rio Grande do Sul, próximo à casa onde o homem morava.
Segundo a polícia, Isabela estava desaparecida desde a madrugada de 30 de novembro e tinha medida protetiva contra o pai, que havia sido condenado um mês antes a mais de 16 anos de prisão por estupro contra a própria filha.
Durante interrogatório, o pai da adolescente afirmou que ela teria fugido ao chegar à residência dele, no Rio Grande do Sul, e sofrido um acidente em meio à mata. De acordo com o relato, após a queda, ele teria ocultado o corpo por acreditar que não conseguiria comprovar o que chamou de acidente.
O delegado Roney Péricles, da Polícia Civil, informou que o homem também declarou ter abordado a filha à força, no momento em que ela descia por um vão de escada.
“Nesse momento, ele teria abordado ela e a levado até o carro, utilizando um mecanismo para dar choque como ameaça, caso ela se negasse a acompanhá-lo”, relatou Péricles.
A versão apresentada pelo investigado, no entanto, não condiz com os elementos reunidos até o momento, segundo a Polícia Civil. A principal linha de investigação aponta que Isabela foi morta em Itajaí e que o corpo foi posteriormente levado e ocultado no Rio Grande do Sul.
“A principal linha de investigação aponta, no presente momento, que tenha ocorrido um feminicídio e, posteriormente, a ocultação do cadáver”, afirmou o delegado.
De acordo com a investigação, o assassinato pode ter sido motivado por vingança, em razão da recente condenação do pai por estupro contra a filha. O delegado revelou ainda que o plano inicial do suspeito não seria apenas capturar Isabela, mas também a mãe da adolescente.
O delegado ainda afirmou que o homem teria planejado “muito bem o crime”, aproveitado a madrugada e escolhido o momento adequado para evitar qualquer suspeita ou estranheza por parte dos vizinhos.
Isabela estava desaparecida há quase dois meses quando o corpo foi localizado. O pai fugiu do endereço em Caraá antes da chegada da polícia e acabou preso em 18 de dezembro, em Maracaju, no Mato Grosso do Sul, em uma ação conjunta das polícias civis de SC e do MS. Ele foi transferido para o Presídio de Itajaí, onde permanece à disposição da Justiça.