
Muitas mulheres se perguntam como descobrir endometriose, haja vista que esse é um problema um tanto quanto comum.
Afinal de contas, de acordo com alguns estudos, estima-se que cerca de 15% de toda a população feminina em idade fértil desenvolve esse problema.
Sendo assim, diante desses dados, acaba sendo necessário entender como descobrir endometriose. É sobre isso que iremos falar no decorrer deste artigo.
Uma das formas de saber se você tem endometriose é ficando atenta aos principais sintomas dessa doença. Dentre eles, citamos os seguintes:
Uma coisa que você deve se manter atenta é que sentir cólicas muito intensas, todos os meses, é um grande indício de endometriose.
Além disso, ter infecção urinária com muita frequência e sentir dores intensas durante o ato sexual também é indício de endometriose.
Por isso, caso você esteja apresentando esses sintomas, o melhor a se fazer é procurar um médico para poder fazer alguns exames e detectar a endometriose.
Se você quer saber como descobrir endometriose, então a melhor maneira de fazer isso é por meio de alguns exames.
Caso esteja sentindo alguns dos sintomas mencionamos acima, ao se dirigir ao médico, ele poderá indicar alguns exames.
Mas, o primeiro passo do ginecologista é fazer uma análise do seu histórico de saúde. Por meio dessa anamnese ele é capaz de fazer uma análise dos sintomas presentes.
Também é necessário que a paciente informe sobre todos os remédios e tratamentos já feitos até o presente momento.
A partir disso, o especialista irá indicar os seguintes exames:
Muito conhecido apenas como "exame de toque", trata-se de um exame que visa investigar se existe alguma sobressalência ou alguma massa que indique cisto de endometriose.
Falando de maneira geral, o exame vaginal e retal costuma ser a primeira forma de avaliação para poder detectar a endometriose.
Se porventura o médico enxergar algum tipo de anormalidade, ele deve encaminhar o paciente para outros exames complementares.
O intuito desse ultrassom nada mais é que fazer uma análise dos órgãos e estruturas pélvicas, bem como:
Uma das grandes vantagens deste exame é que ele é capaz de garantir uma precisão muito maior no diagnóstico.
Além disso, o exame sai na hora, o que permite com que o especialista faça a avaliação mais rapidamente, haja vista que tem imagens em tempo real.
Na grande maioria das vezes, o endovaginal se torna uma alternativa para avaliar a alteração do útero e indícios de massa pélvica.
Em relação à ressonância magnética, trata-se de algo mais adequado para as mulheres que já têm um diagnóstico positivo dessa doença e que já estão em fase de tratamento.
Isso acontece porque a RM é mais refinada e, nesse caso, o intuito é averiguar o desenvolvimento da doença.
Mas, a depender do caso e da situação, a RM pode ser útil para fazer o diagnóstico inicial.
Trata-se de um exame de detecção definitiva da endometriose, bem como o seu tratamento.
Nesse caso, o médico precisa fazer alguns cortes para poder analisar o interior do organismo da mulher, com auxílio de uma câmera de vídeo.
Não é sempre que a videolaparoscopia é necessária, sendo que apenas o especialista é quem deve indicar sua necessidade.
Por fim, também é possível identificar esse problema através da análise do fator CA125 no sangue, mas ele é mais um exame complementar do que definitivo.
No que se refere ao tratamento da doença, em casos mais severos, é necessário recorrer à cirurgia de endometriose, fazendo a cauterização dos focos.
Inclusive diversas mulheres se questionam sobre as chances de a doença avançar para o câncer. Mas, com tratamento adequado, as chances é de no máximo 1%.
Outra forma de tratar é por meio da medicação, a qual consiste em terapia de uso oral, a qual é composta pelo hormônio progesterona.
Nesse caso, o intuito é reduzir os níveis de estrógeno, um hormônio responsável por estimular a endometriose.