Sábado, 08 de Agosto de 2026
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Casos de síndrome gripal aumentam com a chegada do outono

A síndrome gripal é uma infecção aguda do sistema respiratório, que afeta as vias aéreas superiores, como nariz e garganta, e que pode ser provocada por diferentes tipos de vírus

Por: Redação Acontece no RS Fonte: Secom Sergipe
27/03/2023 às 14h45

Começa a aumentar o número de casos de síndrome gripal nos consultórios médicos e serviços de pronto atendimento em razão da chegada do outono, período em que ocorre maior presença de chuva e queda nas temperaturas. De acordo com a médica infectologista do Serviço de Pronto Atendimento do Ipesaúde (SPA) Mariela Cometki, a síndrome gripal é uma infecção aguda do sistema respiratório, que afeta as vias aéreas superiores, como nariz e garganta, e que pode ser provocada por diferentes tipos de vírus.

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Segundo a especialista, a síndrome gripal é caracterizada pela ocorrência de um conjunto de sinais e sintomas tais como: dor de cabeça, febre, dor de garganta, calafrios, tosse, espirros, coriza e dor no corpo. E esses sintomas se confundem muitas vezes com outros agentes etiológicos de algumas enfermidades, entre eles, o vírus influenza, com seus tipos e subtipos: influenza A H1N1, influenza A H3N2, influenza B, paraInfluenza, adenovírus, rinovírus e o coronavírus. “Todos podem causar os mesmos sintomas, tendo uma ou outra particularidade”, afirma.

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Conforme Mariela Cometki, em crianças os sintomas são os mesmos daqueles que são apresentados pelos adultos, embora nas crianças muitas vezes sejam mais subjetivos, como: perda de apetite, irritabilidade e choro constante. “Os demais, como coriza, febre e tosse, também podem estar presentes”, revela.

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É importante ficar atento às formas de transmissão, que se dão por meio de gotículas da fala, espirro e tosse. “Para se prevenir é indicado o uso de máscaras, higienização das mãos e etiqueta respiratória”, enfatiza a infectologista.

Segundo ela, o tratamento da enfermidade é feito com sintomáticos. “Uma vez que os agentes causadores são virais, se houver persistência dos sintomas e/ou sinais de infecção bacteriana, será preciso avaliar a necessidade de uso de antibióticos”, ressalta.

A especialista afirma ainda que as infecções respiratórias podem evoluir com falta de ar, sendo assim caracterizadas como síndrome respiratória aguda grave e, nesses casos, é imprescindível avaliação médica e talvez até internação hospitalar.

Para saber se o quadro da síndrome gripal piorou, é necessário observar se o enfermo apresenta febre alta, que não melhora com analgésicos, aumento da quantidade de secreção do nariz ou tosse, mudança da cor da secreção, persistência de sintomas após dez dias e falta de ar. “Ao apresentar esses sintomas, o paciente deve ter avaliação médica imediata”, alerta.