
O estado do Espírito Santo é um dos maiores criadores de animais para a produção de alimentos e o fornecimento de matérias-primas, os chamados pecuaristas. A pecuária pode ser classificada, quanto à sua finalidade produtiva, em: de corte (produção de carnes), leiteira (produção de leite) e de lã. Possui três modalidades: extensiva, intensiva e pastoreio nômade.
No entanto, alguns criadouros sofrem com ataques de animais silvestres, na maioria por onças, onde resulta em prejuízos para os produtores rurais.
O IBAMA promoveu no dia 08 de novembro, no auditório do IFES Campus de Alegre/ES, uma oficina para representantes de diversos municípios com intuito de apresentar e debater orientações para mitigação do conflito entre atividades pecuárias de pequena escala e grandes felinos silvestres. De forma complementar, a oficina teve também como objetivo capacitar os atores sociais do poder público local a atuar como multiplicadores do conteúdo apresentado durante o evento.
De Iúna estiveram presentes a Diretora de Meio Ambiente e Proteção Ambiental (SMMALPT) Loris Teixeira Simoura Gardiman e o Coordenador da Defesa Civil Filipe Mariano Rodrigues.
Essa ação de educação ambiental promovida pelo IBAMA decorre de um histórico de interações recorrentes entre felinos e atividades pecuárias na região montanhosa do Espírito Santo.
Um dos destaques durante a oficina foi sobre formas de manejo e prevenção de ataques de onças, como por exemplo, guardar os rebanhos (se possível), colocar espantalhos na propriedade, introduzir animais no meio do rebanho que seja mais alerta e agressivo para defesa e ensinando a se defender de possíveis predadores, utilizar vuvuzelas, barulhos de alarmes, entre outros.
É muito importante que as Secretarias Municipais façam um levantamento de casos ocorridos na região e comuniquem ao IBAMA para garantir a proteção dos produtores.
David P. Florenço
Assessoria de Comunicação
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