
Essa é uma das premissas básicas do universo de Trovão Vermelho, a obra de fantasia urbana ambientada em Porto Alegre. Na história, um circuito de lutas clandestinas foi instaurado nas ruas da capital gaúcha onde os chamados “Proto-Humanos”, pessoas que deixaram de ser humanas, competem representando facções no domínio por territórios.
Trata-se de uma web novel, ou seja, uma obra publicada digitalmente com capítulos serializados, curtos, para leituras rápidas em sequência. Seja na viagem do Uber, seja no final da hora do almoço, é sempre possível devorar mais um pedaço desse universo quando há uns minutinhos sobrando.
A obra, que se desafia nos gêneros de fantasia, ficção científica e até horror cósmico, apresenta uma trama sobre ego, luto, e mistério, com uma trama que inicialmente se divide em duas linhas paralelas de personagens que se cruzam constantemente.
Confira a sinopse oficial:
No Submundo, camada da realidade paralela que usa as mesmas ruas da Superfície, o mundo normal, Proto-Humanos representam facções em lutas por territórios da cidade. Em Porto Alegre, Tomás Vachet, filho de um capoeirista assassinado por neonazistas e criado como lutador por uma cafetina, se vê acuado a usar o XPTO.
A substância, feita com fungos, aprimora habilidades e admite suas fraquezas em um novo circuito de lutas. Para piorar, é deixar de ser um peixão no rio e virar um alevino no oceano.
Ulisses, filho de advogados de andares altos do bairro Moinhos de Vento, mora na mesma República que Tomás por querer viver o "mundo real". Após decidir abandonar a faculdade de Teatro, acelera sua catarata de danos aos outros e a si mesmo.
Seus pais cortam o suporte financeiro, sua namorada questiona seu futuro juntos, e Tomás, seu melhor amigo, nunca oferece tempo para escutá-lo. A decadência é acelerada quando um prazeroso acidente o faz entrar em contato com um XPTO defeituoso.
A obra de fantasia urbana ambientada em Porto Alegre pode ser lida gratuitamente neste link.