Quarta, 29 de Julho de 2026
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Ataque a tiros deixa um morto e policial militar ferido em posto de gasolina na zona Norte de Porto Alegre

Adilson Rodrigues dos Santos, 38 anos, foi morto em atentado de facção.

Por: Redação Acontece no RS Fonte: Correio do Povo
19/03/2026 às 10h46
Ataque a tiros deixa um morto e policial militar ferido em posto de gasolina na zona Norte de Porto Alegre
Homem morreu após ataque a tiros em posto de gasolina em Porto Alegre Foto : Polícia Civil / CP

Um homem morreu após ataque a tiros em um posto de gasolina na avenida Souza Reis, no bairro São João, na zona Norte de Porto Alegre, na noite dessa quarta-feira. Ele foi identificado como Adilson Rodrigues dos Santos, 38 anos. Houve confronto com guarnições do 11º Batalhão de Polícia Militar (BPM), resultando em um policial ferido.

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A vítima estava em um veículo quando sofreu disparos, por volta das 23h05min. Os atiradores fugiram em um Renault Duster, deixando no chão duas pistolas de uso restrito, calibre 9 milímetros. Depois, eles ainda confrontaram viaturas do 11º BPM, em tentativa de abordagem, mas conseguiram escapar. Cinco criminosos participaram do atentado.

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Um PM foi atingido no pé. Ele recebeu atendimento médico e não corre risco de morrer. No carro do homem que morreu, foram apreendidos R$ 14,8 mil e um colete balístico policial. A companheira dele foi presa em flagrante, com dois carregadores de pistolas, .40 e .9, dentro da bolsa.

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A mulher praticamente não demonstrou emoções aos policiais. Quase não chorou. Também não quis falar muito, mas teria dito que seu marido deixou o sistema prisional no último dia 26 de fevereiro, após cumprir quase 15 anos de pena na Penitenciária Modulada Estadual de Montenegro (PMEM), no Vale do Caí.

Segundo o depoimento dela, o sujeito era ameaçado por antigos comparsas, devido ao fato de ter saído da facção Os Manos para integrar outra quadrilha, Os Abertos. Ele também seria apontado por ex-aliados como responsável por delatar um traficante de apelido Lukinhas, que é liderança do grupo Os Manos, preso recentemente.

O caso é investigado na 2ª Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), no contexto do possível acerto de contas e cobranças no crime organizado. Nenhum suspeito havia sido preso até o momento desta publicação.