Segunda, 03 de Agosto de 2026
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Oficina elabora Plano Estadual de preparação a emergências em Saúde Pública no Ceará

A programação tem o objetivo de construir o Plano Estadual de Preparação, Vigilância e Respostas às emergências em Saúde Pública no Ceará O Ministé...

Por: Redação Acontece no RS Fonte: Secom Ceará
19/04/2024 às 13h00
Oficina elabora Plano Estadual de preparação a emergências em Saúde Pública no Ceará
Foto: Reprodução/Secom Ceará

A programação tem o objetivo de construir o Plano Estadual de Preparação, Vigilância e Respostas às emergências em Saúde Pública no Ceará

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O Ministério da Saúde (MS), em parceria com a Secretaria da Saúde do Ceará (Sesa), realiza, em Fortaleza, a Oficina de Preparação, Vigilância e Resposta às Emergências em Saúde Pública. O evento teve início nesta quarta-feira (17) e segue até esta quinta-feira (18), no Hotel Vila Galé, na Praia do Futuro.

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Promovida pelo Departamento de Emergências em Saúde Pública da Secretaria de Vigilância em Saúde do MS, a programação tem o objetivo de construir o Plano Estadual de Preparação, Vigilância e Respostas às emergências em Saúde Pública no Ceará, assim como estimular a discussão sobre desafios comuns e promover soluções inovadoras entre os representantes dessa área no Estado e nos municípios.

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Iniciativa foi voltada aos profissionais dos Núcleos de Vigilância Hospitalar, do Centro de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde, do Programa Vigidesastres, das áreas técnicas da vigilância em Saúde e Assistência, assim como diversos setores que atuam nas ações de preparação, vigilância e resposta às emergências em saúde pública. Entre eles, o Corpo de Bombeiros Militar, Defesa Civil, Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme), Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Ceará (Adagri), entre outros.

Na abertura do evento, o médico e assessor da Superintendência da Região de Saúde de Fortaleza (SRFOR) da Sesa, Lino Alexandre, destacou a importância das parcerias para a melhoria do Sistema Único de Saúde (SUS). “A vigilância tem que ser ampla e incluir a saúde, o trabalho e o ambiente e temos que estar atentos ao fato de que, à medida que produzimos desenvolvimento, também produzimos adoecimento. Então, precisamos ter esse olhar ampliado sobre a vigilância, com a parceria de várias instituições, porque, muitas vezes, uma hipertensão não está ligada apenas à saúde, mas ao aumento da violência, por exemplo”, disse.

O coordenador-geral da Vigilância das Emergências em Saúde Pública do Ministério da Saúde, Edenilo Barreira, esclareceu que um dos focos dessa oficina no Ceará é desenvolver a capacidade de resposta, especialmente, nos fenômenos naturais. “Entendemos que o Ceará já tem uma estrutura para responder a estiagens e outros eventos climáticos, já que o Estado tem cerca de 90% do seu território no semi-árido. Mas temos que nos preparar para isso na perspectiva do setor da Saúde, assim como para as arboviroses”, ressalta.

Foto: Reprodução/Secom Ceará
Foto: Reprodução/Secom Ceará

O coordenador-geral da Vigilância das Emergências em Saúde Pública do MS, Edenilo Barreira, esclareceu que um dos focos dessa oficina é desenvolver a capacidade de resposta, nos fenômenos naturais

Para o assessor da Secretaria Executiva de Vigilância em Saúde (Sevig) da Sesa, Osmar Nascimento, a oficina contribui para uma reflexão mais aprofundada sobre a mudança no lugar de ocorrência de algumas doenças, assim como eventos relacionados aos desastres naturais. “Temos que estar preparados para o novo e sempre atentos para monitorar as mudanças de padrão das doenças que já conhecemos. Além disso, temos a questão da exploração de minérios e a socialização com os servidores de todas as regionais, para uma troca de conhecimento”, destaca.

Segundo o técnico de Vigilância em Saúde Ambiental e Sanitária da Coordenadoria da Área Descentralizada de Saúde (COADS) de Caucaia, Marcos Cabral, a oficina irá ajudar no planejamento das ações naquela região. “Atualmente, temos quatro municípios da nossa área passando por enchentes: Caucaia, Itapajé, Tejuçuoca e São Gonçalo do Amarante, inclusive com óbitos. Então, a nossa expectativa é contribuir para amenizar a vulnerabilidade das pessoas que estão passando por esse tipo de evento, com a vigilância e monitoramento da qualidade da água. A capacitação sempre é importante”, pontua.