
Dois termos que vêm ganhando relevância no mercado de trabalho são: inteligência emocional e soft skills. Esses termos referentes às habilidades pessoais, algumas adquiridas com o passar do tempo ou através da prática, estão levando os profissionais brasileiros a um novo patamar, que envolve a inteligência emocional e seu papel fundamental para conseguir concretizar vendas e lidar com as mais diversas situações em determinadas circunstâncias nada favoráveis.
Inteligência emocional, resiliência e outras soft skills combinadas com hard skills e cursos de vendas possuem um poder avassalador. Isso acabou chamando a atenção de grandes startups a pequenos negócios, que buscam vendedores qualificados para estarem integrando suas equipes formadas cautelosamente para alcançar o sucesso no mercado em constante desenvolvimento e muita competitividade.
O simples fato de a inteligência emocional proporcionar ao seu possuidor a capacidade de conseguir reconhecer, entender, gerenciar e utilizar suas emoções de forma eficaz tanto para si quanto em relação aos outros a faz uma ferramenta valiosa para as empresas, principalmente para aquelas que atuam com vendas.
Ao ter a inteligência emocional desenvolvida, a pessoa que será colaboradora da empresa é capaz de pôr em prática a empatia, a automotivação, a autorregulação emocional e, claro, o reconhecimento das próprias emoções que podem ser fatores que ajudam no mundo do marketing e das vendas.
É importante ter em mente que a inteligência emocional foi popularizada pelo psicólogo Daniel Goleman e tem sido amplamente aceita como uma competência importante para o sucesso pessoal e profissional, mostrando então que Goleman estava certo com sua teoria.
Para entender o papel da inteligência emocional no contexto de vendas, é necessário se aprofundar no termo e observar a função desse conceito desempenhada nesse cenário. Por isso, a seguir estão algumas maneiras de como a inteligência emocional pode ser usada nas vendas.
Além da inteligência emocional proporcionar o equilíbrio certo entre vida profissional e pessoal, os colaboradores de uma empresa que desenvolvem essa habilidade em seu ápice mostram estarem mais aptos a gerenciar todo o estresse que pode ser produzido por horas de trabalho, conseguindo reduzir as chances de ter a síndrome de burnout, que nada mais é do que o esgotamento profissional.
Sabendo que a pressão e o estresse são comuns no mundo das vendas, empresas que lidam com esse tipo de prestação de serviço viram na prática como os colaboradores com inteligência emocional desenvolvida são melhores em lidar com essas situações de forma equilibrada, o que pode aumentar a produtividade e a capacidade de tomar decisões racionais sob pressão.
Nos setores de vendas, as escolhas que um vendedor faz durante um momento estressante, repleto de pressão, tem grande impacto no objetivo maior. De acordo com todas as informações já fornecidas no decorrer do artigo até o momento, a inteligência emocional consegue proporcionar ao vendedor a habilidade de considerar a melhor ação e antecipar o resultado obtido por suas escolhas, gerando resultados mais satisfatórios do que o de uma pessoa sem essa capacidade desenvolvida.
Com as mais variadas profissões encaminhando para o tipo de serviço remoto e híbrido, adquirir inteligência artificial para conseguir controlar e separar ambos ambientes está se tornando um verdadeiro desafio entre os novos colaboradores no mercado de trabalho e também entre os experientes, que já possuem um bom currículo pré-definido.
No entanto, é importante lembrar que adquirir inteligência emocional não é uma tarefa simples, mas também não é impossível. Sabendo disso, é válido investir tempo e treinamento para desenvolver essa habilidade e ser ainda mais propício a ter uma carreira de sucesso em uma grande empresa ou startup.