Quinta, 30 de Julho de 2026
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MS ao Vivo traz a cantora Simone em outubro e abertura do show com Dora Sanches

O domingo, 8 de outubro de 2023, será de muita boa música no Parque das Nações Indígenas. É o MS ao Vivo, que traz, com entrada gratuita, show da c...

Por: Redação Acontece no RS Fonte: Secom Mato Grosso do Sul
30/09/2023 às 07h25

O domingo, 8 de outubro de 2023, será de muita boa música no Parque das Nações Indígenas. É o MS ao Vivo, que traz, com entrada gratuita, show da consagrada cantora Simone e abertura com a cantora Dora Sanches. Os shows começam a partir às 17h. O MS Ao Vivo é uma realização do Governo de Mato Grosso do Sul, Fundação de Cultura e Sesc MS, com apoio de 067 vinhos e Coco Bambu Campo Grande.

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A atração principal é Simone, que está na turnê Tô Voltando, que começou deste abril. Ela celebra os 50 anos de carreira percorrendo - clássico por clássico, hit por hit - sua imensa trajetória como uma das maiores intérpretes da música brasileira.

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O roteiro faz um apanhado das grandes canções que a artista lançou nessas cinco décadas: joias escritas por nomes como Milton Nascimento, Ivan Lins, Sueli Costa, João Bosco, Martinho da Vila, Gonzaguinha e Chico Buarque, entre tantos outros, cujas primeiras versões ganharam o Brasil por meio da voz de Simone, conquistando logo nossa memória afetiva e entrando para sempre no cancioneiro nacional. O espetáculo tem direção musical de Pupillo e direção artística de Marcus Preto.

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Dona de um dos mais belos timbres vocais do país, Simone criou em torno de si um universo absolutamente particular na nossa cultura. Sua voz personalíssima soube costurar perfeitamente a tradição e a modernidade, o cool e popular, fazendo pontes e criando trampolins. Revelou compositores e descortinou clássicos esquecidos.

Tratou com igual compreensão estética a melodia mais intrincada de Francis Hime e a balada mais romântica de José Augusto. Esses aspectos banharam sua discografia, construída sobre a pluralidade de ritmos, de estilos e de gêneros que sempre pautou a música do Brasil. Evidentemente, toda essa diversidade estará em cena nas comemorações dos 50 anos em Tô Voltando.

O título do show, aliás, reflete tantas e tantas voltas, pessoais e coletivas, por que todos passamos nos últimos anos. O mundo está voltando à rua e à alegria pós-pandemia, período em que Simone fez 37 lives dominicais que tão bem fizeram a ela própria e a quem a assistia.

Foto: Reprodução/Secom Mato Grosso do Sul
Foto: Reprodução/Secom Mato Grosso do Sul

No Brasil, tivemos Carnaval e estamos voltando à ideia de um caminho democrático, do respeito pela ciência, pela educação e pela cultura. Mas, no caso específico de Simone, há mais um sentido nessa “volta”. A artista está voltando a si em seu filme pessoal e profissional, rebobinando toda a sua história e celebrando o caminho iniciado em março de 1973, a partir do álbum Simone.

Em uma retrospectiva desse quilate, é fundamental que estejam presentes as memórias mais reluzentes desses 50 anos, materializadas em canções como “O Que Será (À Flor da Terra)” (Chico Buarque), “Jura Secreta” (Sueli Costa/ Abel Silva), “Começar de Novo” (Ivan Lins/ Vitor Martins), “Encontros e Despedidas” (Milton Nascimento/ Fernando Brant), “De Frente pro Crime” (João Bosco/ Aldir Blanc) e, claro, “Tô Voltando” (Maurício Tapajós/ Paulo César Pinheiro).

Também está no roteiro sua primeira interpretação de Simone para “Divina Comédia Humana”, canção que Belchior escreveu para a cantora lançar em Face a Face (1977), mas que acabou ficando de fora do álbum.

A banda de Tô Voltando conta com um time primoroso de jovens músicos que, sob a batuta de Pupillo, atualizaram os arranjos sem que se perdesse as características - solos, introduções - que são tão memoráveis quanto as próprias letras e melodias.

Quem acompanha Simone são Frederico Heliodoro (baixo), Filipe Coimbra (guitarra e violão), Chico Lira (teclados), Ronaldo Silva (bateria) e André Siqueira (percussão). Neste show, a cantora inaugura sua parceria com a Nascimento Música, empresa de seu amigo de toda vida, Milton Nascimento, administrada pelo filho dele, Augusto Nascimento.

Foto: Reprodução/Secom Mato Grosso do Sul
Foto: Reprodução/Secom Mato Grosso do Sul
Foto: Reprodução/Secom Mato Grosso do Sul
Foto: Reprodução/Secom Mato Grosso do Sul

Dora Sanches

Com apenas 23 anos e uma maturidade musical incomum, Dora é ao mesmo tempo uma artista popular e sofisticada. Atenta às questões da sua geração, a sul-mato-grossense esbanja versatilidade em canções que vão do pop à MPB, sempre conservando os elementos rurais de sua origem.

Prestes a alcançar a marca de 500 mil streams no Spotify com a faixa de estreia Nunca É Tarde Demais, a cantora lança agora o single Fora De Alcance. Produzido pelo vencedor do Grammy Award, Moogie Canazio, o EP de Dora foi gravado no EastWest Studios, em Los Angeles, com alguns dos principais músicos de mainstream internacional.

Cria, arrisca, testa, erra e corrige trajetória. Dora está sempre pronta pois sabe que está em construção. Ela é visceral, autoral e faz música porque isso lhe é urgente. É forma como ela expressa sua sensibilidade nesse mundo louco. Ela é pop por natureza. Faz canções para os que amam. Ou seja, todos nós já que o amor sempre será a maior fonte de identificação entre os seres da raça humana. Adoramos a Dora e pensamos que boa parte dos brasileiros farão o mesmo.

Serviço:

MS ao Vivo
Data: domingo, 08 de outubro de 2023
Horário: 17 horas
Local: Parque das Nações Indígenas
Entrada franca