Quarta, 05 de Agosto de 2026
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Casos de dengue apresentam redução de 80,5% no Piauí

Em relação à chikungunya, o boletim da Sesapi mostra que o estado apresentou uma redução de 67,6% nas notificações em relação ao mesmo período do ano passado.

Por: Redação Acontece no RS Fonte: Secom Piauí
07/07/2023 às 12h10
Casos de dengue apresentam redução de 80,5% no Piauí
Foto: Reprodução/Secom Piauí

A Secretaria de Estado da Saúde (Sesapi) divulgou, nesta sexta-feira (7),  o boletim epidemiológico de arboviroses referente a 26ª semana epidemiológica de 2023. De acordo com os últimos dados, dengue, zika e chikungunya apresentaram redução no número de notificações registradas, em relação ao mesmo período do ano passado.

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Os casos notificados de dengue apresentaram uma redução de 80,5% em relação ao mesmo período de 2022. Foram 5.756 notificações em 147 municípios em 2023, enquanto que em 2022 foram registrados 29.572 notificações em 207 cidades piauienses.

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Baixa Grande do Ribeiro, Beneditinos, Cristino Castro, Inhuma e Jatobá do Piauí são os cinco municípios piauienses com maior incidência da doença durante as últimas 26 semanas epidemiológicas. O estado não registrou óbitos por dengue em 2023.

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Em relação à chikungunya, o boletim mostra que o estado apresentou uma redução de 67,6% nas notificações em relação ao mesmo período do ano passado.

São 3.258 notificações em 77 municípios no ano de 2023 contra 10.069 notificações em 146 municípios durante a 26ª semana epidemiológica de 2022. Por outro lado, o estado registrou duas mortes em Teresina.

No ano passado foram três óbitos em decorrência da chikungunya nas cidades de Jaicós, Teresina e Picos.

O boletim apresenta ainda os dados sobre zika, no qual o estado apresentou redução de 81,7% das notificações, com 28 casos em dez municípios. No mesmo período de 2022, foram 153 em 11 cidades piauienses.

Mesmo com essa redução, a superintendente de Atenção Primária à Saúde e Municípios da Sesapi, Leila Santos, alerta para a importância da população continuar atuando para impedir o surgimento de criadouros do mosquito Aedes aegypti.

“Ao passo que a população faz sua parte, o poder público continua com o monitoramento das cidades e realizando ações de enfrentamento aos vetores, mas precisamos da ajuda de todos para eliminar os focos do mosquito”, reforça a gestora.