Quinta, 06 de Agosto de 2026
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Agenda ESG deve atrair US$ 53 trilhões em aportes em 2025

Em média, 76% das empresas do país já adotaram o ESG; O advogado Willer Tomaz fala sobre a adoção das práticas no meio jurídico

Por: Redação Acontece no RS Fonte: Agência Dino
28/06/2023 às 14h10
Agenda ESG deve atrair US$ 53 trilhões em aportes em 2025
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Segundo uma pesquisa da Bloomberg, a agenda ESG (Ambiental, Social e Governança, na sigla em português) deve atrair US$ 53 trilhões (R$ 253,02 trilhões) em investimentos em 2025. Em média, sete (76%) a cada dez empresas do Brasil já adotaram estratégias de negócio que incluem tais práticas, segundo um levantamento da consultoria KPMG

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Ainda de acordo com o estudo, os empreendimentos com práticas sustentáveis têm mais oportunidades de conseguir a confiança do cliente, já que os consumidores estão cada dia mais atentos às consequências que as companhias podem causar ao meio ambiente.

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Aliás, um artigo do Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas) destaca que ESG é uma tendência em ascensão no mundo dos negócios, pois investidores, consumidores e a sociedade, como um todo, tendem a priorizar marcas e empresas que atuam de forma comprometida com o ecossistema, com as pautas sociais e de governança. 

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Segundo a pesquisa global IBR (International Business Report), promovida pela Grant Thornton, as práticas ESG são cada vez mais relevantes para os negócios, na visão de 89% dos entrevistados - razão pela qual a modalidade tem ganhado uma aderência crescente por parte dos negócios brasileiros. 

Willer Tomaz, sócio do escritório Aragão e Tomaz Advogados Associados, empresa com sede em Brasília (DF), observa que, nos últimos anos, houve um aumento significativo na conscientização sobre questões ambientais, sociais e de governança, tanto a nível global quanto no Brasil. “Isso levou muitas empresas a adotarem práticas mais sustentáveis e responsáveis, em parte devido à pressão dos consumidores, investidores e reguladores”. 

Tomaz explica que, no meio jurídico, o ESG tem o papel de adequar essas práticas às normas vigentes, avaliando as estratégias definidas pelas empresas e fornecendo a orientação necessária para a correta implementação das práticas de acordo com as peculiaridades de cada negócio. 

O advogado ressalta que a área jurídica não deve ficar restrita ao simples cumprimento burocrático da legislação. “É preciso ir além, atuar de maneira que os valores e práticas ESG possam se tornar diferenciais competitivos, garantindo que a empresa consiga crescer de forma sustentável e valorizando o negócio como um todo”, afirma.

Sobre Willer Tomaz

Willer Tomaz é advogado e sócio do escritório Aragão e Tomaz Advogados Associados.