Quinta, 06 de Agosto de 2026
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Este sintoma no pé pode indicar um estágio grave de doença hepática

Apenas em estágios avançados, o sintoma se manifesta com o acúmulo de gordura no fígado

Por: Redação Acontece no RS
07/06/2023 às 00h21
Este sintoma no pé pode indicar um estágio grave de doença hepática
Créditos: iStock/Ruslana Chub

A Doença Hepática Gordurosa Não Alcoólica (DHGNA), uma condição que resulta no acúmulo de gordura no fígado, geralmente se desenvolve silenciosamente, sem sintomas perceptíveis em seu estágio inicial. No entanto, a progressão da doença pode causar danos graves ao fígado, incluindo cirrose. Um dos sinais reveladores dessa fase avançada da doença pode ser surpreendentemente observado nos pés.

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A DHGNA abrange uma gama de condições que levam ao acúmulo de gordura no fígado. A manifestação dos sintomas só ocorre quando a doença atinge um estágio mais avançado. Uma das características marcantes da cirrose, o estágio avançado da doença, é o edema - inchaço dos pés. O inchaço também pode ser observado nas pernas, tornozelos e abdômen.

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Os sintomas adicionais de cirrose incluem dor desconfortável no canto superior direito do abdômen (abaixo das costelas, no lado direito), fadiga extrema, perda de peso inexplicada e fraqueza.

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A DHGNA é frequentemente diagnosticada de forma incidental durante exames de saúde realizados por outros motivos, que revelam anormalidades no fígado por meio de ultrassonografia ou resultados anormais nos testes de enzimas hepáticas. Para determinar a gravidade da doença, os médicos podem recorrer a exames de sangue, procedimentos de imagem e biópsias do tecido hepático.

Vários fatores podem levar ao acúmulo de gordura no fígado, incluindo obesidade, gravidez, sedentarismo, diabetes, má alimentação, colesterol alto, hipertensão, perda ou ganho rápido de peso e o uso de certos medicamentos. Além disso, inflamações crônicas no fígado e hepatites virais também podem contribuir para a condição.

O Ministério da Saúde alerta para outros fatores de risco, como síndrome do ovário policístico, hipotireoidismo, síndrome metabólica, apneia do sono e acúmulo de gordura abdominal. Pessoas com esses fatores de risco devem realizar consultas médicas regulares para avaliar a necessidade de monitorar a quantidade de gordura no fígado. 

Diante de um cenário onde a DHGNA se manifesta geralmente de forma silenciosa e sem sintomas precoces, é vital que a população esteja ciente dos sinais e sintomas da fase avançada da doença. A conscientização e a prevenção são as melhores armas contra essa condição potencialmente grave.