
A perícia realizada pelo Instituto Geral de Perícias (IGP) na Serra, divulgou, nesta terça-feira, o laudo apontando duas prováveis causas que contribuíram para explosão que matou um homem e deixou outros dois feridos em um posto de combustíveis de Caxias do Sul, na tarde desta segunda-feira. Conforme o perito criminal e coordenador regional do IGP, Airton Kramer, o uso de uma bomba elétrica para drenar um resto de combustível e a falta de um detector de gases foram fatores que contribuíram para a explosão que houve.
Para Kramer, o ideal seria usar uma bomba mecânica ou automática. Além disso, a perícia apontou que a bomba elétrica usada era antiga e tinha remendos no cabo.
O coordenador regional do IGP informou, ainda, que a perícia constatou que a empresa terceirizada para realizar o serviço não tinha equipamento adequado para detectar gases. A empresa disse aos peritos que tinha detector, mas que estava na sede da empresa na Região Metropolitana. O laudo do IGP foi encaminhado para a Polícia Civil.
A fiscalização da Secretaria do Trabalho do Ministério da Economia também apura as causas do acidente e as possíveis responsabilidades. Em nota divulgada nesta terça-feira, a rede SIM reafirmou que seguirá acompanhando todos os processos e prestando assistência e solidariedade as vítimas e familiares.
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