Quarta, 29 de Julho de 2026
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Autor da chacina em Tunas planejava abrir boate com garotas de programa

Jaime teria efetuado mais dois disparos no peito de seu pai. Em seguida, ele ateou fogo no cadáver. A mãe Marlene Schoeninger, de 43 anos, e a irmã Jamile Schoeninger dos Santos, de 1 ano e 4 meses, morreram queimadas dentro do banheiro.

Por: Redação Acontece no RS Fonte: Rádio Planetário FM
01/03/2021 às 14h50
Autor da chacina em Tunas planejava abrir boate com garotas de programa

A Polícia Civil de Arroio do Tigre avançou na investigação que busca esclarecer o caso de triplo homicídio que chocou a região Centro-Serra no dia 12 de fevereiro, em Tunas. Os investigadores apuraram que Jaime Schoeninger dos Santos, de 23 anos, pretendia abrir uma boate com garotas de programa no município.

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Os hábitos do rapaz, que gastava seguidamente em casas noturnas o dinheiro da herança já antecipada pela família, teriam sido a razão de discussões entre ele e o pai, Adão Antunes dos Santos, de 66 anos. Somente nos últimos dias antes do crime, Jaime teria gasto cerca de R$ 8 mil em estabelecimentos do gênero. O motivo também teria sido alegado por ele à polícia como ponto de início das discussões na madrugada do crime.

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Aos policiais, relatou que queria ir para uma boate naquela madrugada, mas o pai não teria aceito. A partir daí, de acordo com o rapaz, o pai teria apontado uma espingarda e ele, para se defender, teria revidado disparando com um revólver 38 no braço de Adão. Ainda na versão de Jaime, o pai teria corrido para buscar outra arma e levado mais dois tiros nas costas, antes de cair no sofá da cozinha.

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Para completar, Jaime teria efetuado mais dois disparos no peito de seu pai. Em seguida, ele ateou fogo no cadáver. A mãe Marlene Schoeninger, de 43 anos, e a irmã Jamile Schoeninger dos Santos, de 1 ano e 4 meses, morreram queimadas dentro do banheiro.

“Estamos apurando a necessidade de realizar a exumação do corpo do pai para obter mais informações sobre a veracidade dos fatos relatados. Durante a investigação, buscamos mais elementos para deixar reforçada a tese de premeditação e também a motivação”, afirmou a delegada Alessandra Xavier, responsável pelo caso.

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