Quarta, 29 de Julho de 2026
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Polícia fecha fábrica de roupas e calçados falsificados em Canoas

Produtos eram revendidos para todo o Estado; proprietário do local foi detido.

Por: Redação Acontece no RS Fonte: GAÚCHA ZH
30/01/2021 às 18h27
Polícia fecha fábrica de roupas e calçados falsificados em Canoas
Polícia Civil ainda contabiliza os produtos falsificados, mas informa que são milhares de roupas e calçados Polícia Civil / Divulgação

A Polícia Civil fechou na manhã desta sexta-feira (29) uma fábrica clandestina em Canoas. O estabelecimento funcionava em um prédio no bairro Mathias Velho e o proprietário foi autuado em flagrante. A investigação apreendeu milhares de peças de roupas e calçados falsificados, além de informar que os produtos eram revendidos para todo o Rio Grande do Sul.

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A Operação Pirata foi coordenada pelo delegado Rafael Pereira, titular da 1ª Delegacia de Polícia da cidade. Participaram 35 policiais e foi cumprido mandado de busca no local. O proprietário foi identificado, além de autuado e preso no momento em que chegou no imóvel. O nome dele ainda não foi divulgado porque a investigação continua.

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Os agentes apreenderam máquinas de montagem de roupas e calçados, além de outras para fazer estampas. Também foram localizados diversos calçados e roupas falsificados que imitavam marcas famosas mundialmente. Foram apreendidos ainda perfumes, relógios e dinheiro. Depois disso, a Prefeitura interditou o local.

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Segundo o diretor da 2ª Delegacia Regional Metropolitana, delegado Mario Souza, os materiais ainda estão sendo contabilizados, o que deve se estender por praticamente todo o dia. Ele informou que os produtos eram distribuídos para ambulantes e pequenas lojas de todo o Estado, principalmente Região Metropolitana, Caxias do Sul, Pelotas, Santa Maria e Passo Fundo.

Souza diz que o dono da fábrica foi autuado, conforme os artigos 189 e 190 do Código Penal, por reproduzir e vender marcas sem autorização dos responsáveis. As punições são de um mês a um ano, envolvendo os dois tipos de delitos, além de multa.

— Agimos no topo da pirâmide de um esquema criminoso de pirataria que abastecia vários locais no Estado e que, além de não pagar os devidos tributos, causa prejuízos não só econômicos, mas para para a saúde das pessoas nos casos dos calçados — explica Souza.

Polícia Civil / Divulgação

Produtos apreendidos imitavam marcas famosas, inclusive havia na fábrica máquinas para fazer estampasPolícia Civil / Divulgação

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