
A fantasia de Pâmella Gomes, rainha de bateria da Tom Maior , rasgou na avenida. Ela desfilou com uma fantasia que tem detalhes em led e representa o sonho de voar.
O rasgo na meia-calça foi no bumbum.
"Percebi que a fantasia rasgou no meio da avenida. É aquela coisa, a gente se emociona, exagera e rasgou. Tentei dar meu jeito, manter o sorriso e seguir em frente. O desfile foi lindo, foi como desfilar pela primeira vez depois de dois anos de pandemia. Quero estar no desfile das campeãs", disse Pâmella.
Ela conta que descansou bastante para entrar no sambódromo. "A adrenalina dos treinos acontece o ano todo".
Natural de Osasco, nos últimos anos, ela também ocupou o posto de musa da Imperatriz Leopoldinense, no Rio de Janeiro.
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'Ser rainha de comunidade é um símbolo de resistência', diz Pâmella Gomes — Foto: Celso Tavares/g1
Ela vem de família de sambistas e começou a frequentar a escola aos 5 anos.
"No cenário em que o samba se encontra, ser rainha de comunidade é um símbolo de resistência. Hoje, a cultura de venda de cargo vem crescendo e roubando o protagonismo de nós, sambistas. E, hoje, estou representando todas as meninas de comunidade que sonham em ser rainha", afirmou.