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Taquara, Erechim, Passo Fundo e Caxias do Sul seguem com a bandeira laranja

Eduardo Leite confirmou seis regiões como bandeira vermelha no mapa final do Distanciamento Controlado.

06/07/2020 19h47
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Por: Redação Acontece no RS Fonte: Correio do Povo
Eduardo Leite anunciou nesta segunda-feira o mapa final da nona rodada do Distanciamento Controlado | Foto: Gustavo Mansur/ Palácio Piratini / Divulgação / CP
Eduardo Leite anunciou nesta segunda-feira o mapa final da nona rodada do Distanciamento Controlado | Foto: Gustavo Mansur/ Palácio Piratini / Divulgação / CP

O governador Eduardo Leite anunciou, nesta segunda-feira, que as regiões de Taquara, Erechim, Passo Fundo e Caxias do Sul seguem com a bandeira laranja dentro do mapa final do modelo de Distanciamento Controlado contra a Covid-19 no Rio Grande do Sul. As áreas haviam sido considerados como de bandeira vermelha na última atualização de dados, divulgados na sexta-feira. As regiões tiveram seus pedidos de reconsideração acolhidos pelo Gabinete de Crise. 

Já Palmeira das Missões e Pelotas foram confirmadas como bandeira vermelha e acompanham as regiões de Porto Alegre, Novo Hamburgo, Canoas e Capão da Canoa, que seguem sob esta vigência. As medidas começam a valer a partir desta terça-feira até o dia 13 de julho. Conforme o governador, 52,9% da população gaúcha está nessas regiões.  

Entre as regiões que estão sob a bandeira vermelha, a Região Metropolitana é a que mais preocupa o governador. "O aumento de casos de Covid-19 é consistente e persistente no sistema de saúde. Se esta região sofrer problemas, todo o Rio Grande do Sul será afetado porque ela é um grande pulmão de estrutura de saúde", expressou Leite.

No total, são 155 municípios dentro das seis regiões que estão em bandeira vermelha, sendo que 87 cidades gaúchas poderão seguir o protocolo da bandeira laranja, já que não tiveram registro de óbitos ou hospitalização nos 14 das anteriores à apuração da nona rodada do Distanciamento Controlado. 

Segundo Leite, a decisão de reconsiderar as quatro bandeiras levou em conta, principalmente, o aumento na capacidade hospitalar na comparação com o índice de contágio da população.

"É claro que a decisão recai numa ponderação, que usa os dados, mas que tem alguma dose de subjetividade, que é natural e desejável que se tenha. Afinal, há argumentos para que se feche tudo (estabelecimentos) com sua dose de razão, e de outro lado, que também têm razão, há aqueles que querem que se abra o máximo possível. Nós queremos estabelecer a melhor conciliação, preservando vidas, reduzindo taxa de contágio e mantendo os casos dentro da capacidade de atendimento, punindo o menos possível a economia, a renda e os empregos dos gaúchos", disse Leite durante a transmissão pelas redes sociais. 

O Gabinete de Crise ainda analisou individualmente cinco municípios, por terem tido algum problema de contagem, e poderão também adotar medidas da bandeira laranja, já que registraram zero hospitalizações e óbitos. Ivoti teve uma hospitalização no município de um paciente oriundo do Mato Grosso.

Já em Rodeio Bonito, houve o caso de um motorista de caminhão, que estava de viagem; Paim Filho teve um erro de lançamento do endereço já um paciente é de Ferraz de Vasconcelos, em São Paulo; Não-Me-Toque teve uma hospitalização erroneamente declarada como Covid-19 e, em São Marcos, uma hospitalização antiga estava erroneamente declarada como Farroupilha.  

Os municípios de Tavares, Esteio, Cachoeirinha, Guaíba, Gramado dos Loureiros, Sarandi, Constantina, Frederico Westphalen e Canguçu entraram com recurso, mas foram negados pelo Gabinete de Crise e permanecem em bandeira vermelha. 

Já o município de Bagé foi o único da região da bandeira laranja que entrou com pedido de reconsideração, mas também segue sob esta vigência.

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