Quarta, 29 de Julho de 2026
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Polícia Federal deflagra operação contra tráfico de drogas e armas em quatro estados

No Rio Grande do Sul, a ação ocorreu na cidade de Erechim.

Por: Redação Acontece no RS Fonte: Correio do Povo
12/08/2021 às 08h50
Polícia Federal deflagra operação contra tráfico de drogas e armas em quatro estados
Empresas de locação de veículos e transporte rodoviário de passageiros eram usadas | Foto: PF / Divulgação / CP

A Polícia Federal deflagrou na manhã desta quinta-feira a operação Expresso 80 com o objetivo de desarticular uma organização criminosa dedicada ao tráfico internacional de drogas e armas com atuação em quatro estados do país.

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Cerca de 175 agentes cumpriram 92 ordens judiciais no Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo e Minas Gerais. No RS, a ação ocorreu na cidade de Erechim.

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Os alvos estavam também nas cidades de Medianeira (PR), Maringá (PR), Juiz de Fora (MG), Diadema (SP), São Paulo (SP), Balneário Camboriú (SC), Joaçaba (SC), Curitiba (PR) e Foz do Iguaçu (PR). As ordens judiciais foram expedidas pela 1ª Vara da Justiça Federal de Ponta Grossa, no Paraná.

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Tratam-se de 32 mandados de busca e apreensão, 23 mandados de prisão preventiva e um de prisão temporária.  Houve ainda a execução de 29 de sequestro de bens e bloqueio de valores, além de sete mandados de suspensão de atividade comercial e lacração de estabelecimentos.

As investigações começaram no dia 04 de maio do ano passado, quando foi flagrado um ônibus carregado com 1,7 tonelada de maconha e dois fuzis calibres 556, em Ponta Grossa. Por mais de 15 meses, os policiais federais apreenderam novos carregamentos de drogas e de armas de fogo, oriundas do Paraguai, bem como veículos, quantias em dinheiro e outros bens.

De acordo com a apuração realizada pela Polícia Federal, os investigados utilizavam-se de empresas de locação de veículos e de transporte rodoviário de passageiros para a movimentação das drogas e armas para vários destinos no país. O entorpecente e armamento era armazenado em fundos falsos de ônibus e vans de turismo das empresas que pertenciam ao líder da organização investigada.

O nome da operação remete aos fuzis apreendidos, que eram montados com 80% das peças compradas sem registro com o propósito de dificultar o rastreamento.

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