
A morte de Lívia Lippert de Oliveira, de 2 anos, ocorrida na segunda-feira (14), em Capão da Canoa, provocou comoção e questionamentos sobre o atendimento médico recebido pela criança. O sepultamento foi realizado na terça-feira (15).
Após a divulgação do caso, familiares e moradores passaram a publicar nas redes sociais relatos e acusações sobre uma possível demora ou falha no atendimento. Até o momento, porém, essas alegações não foram confirmadas e ainda precisam ser apuradas pelas autoridades responsáveis.
Uma pessoa que afirma ter presenciado a chegada da família ao atendimento contou à Rádio Primavera que a menina estaria em estado muito grave e apresentava dificuldades para respirar. Segundo a testemunha, o pai da criança estava bastante nervoso e foi orientado a procurar atendimento de emergência.
Ainda conforme o relato, o pai teria batido duas vezes na porta em busca de ajuda, mas a família teria recebido orientação para permanecer aguardando na sala da pediatria. A testemunha afirmou considerar que, diante das condições apresentadas pela criança, o atendimento deveria ter ocorrido imediatamente.
“Não acredito que a criança faleceu. Coitadinha, fiquei com o olhar dela me olhando”, relatou a testemunha à Rádio Primavera.
O caso gerou questionamentos sobre uma eventual negligência, mas não é possível afirmar, neste momento, que tenha ocorrido falha médica. A definição das circunstâncias dependerá da apuração sobre os procedimentos adotados e os momentos em que o atendimento foi realizado.
A família poderá buscar esclarecimentos junto aos órgãos competentes. Eventuais responsabilidades somente poderão ser estabelecidas depois da investigação dos fatos.