Segunda, 17 de Agosto de 2026
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Conselho Tutelar já havia feito intervenção na família de menina de 4 anos morta em Porto Alegre

Após registros de negligência, guarda da criança era compartilhada entre mãe e tia; Polícia Civil investiga morte de menina levada sem vida à UPA Bom Jesus com sinais de violência.

Por: Redação Acontece no RS Fonte: Correio do Povo
17/08/2026 às 12h44
Conselho Tutelar já havia feito intervenção na família de menina de 4 anos morta em Porto Alegre
Criança chegou já morta na UPA Bom Jesus, com diversos sinais de violência pelo corpo Foto : TV Record / Reprodução / CP

A família da menina de 4 anos que morreu com sinais de violência na zona Norte de Porto Alegre havia rebecido intervenção do Conselho Tutelar e do Judiciário. A Polícia Civil investiga as circunstâncias da morte, após a criança ser levada já sem vida a uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do bairro Bom Jesus, na madrugada desta segunda-feira. O nome da vítima não é divulgado em respeito ao Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

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Segundo os Conselhos Tutelares, o acompanhamento da família começou após registros de suposta negligência atribuída à mãe da criança. Diante deste contexto, em 2025, foi firmado um acordo no Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc), que estabeleceu a guarda compartilhada da menina entre a mãe e uma tia materna.

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Esta parente que teria a guarda parcial da criança seria a mulher que levou a criança à UPA durante a madrugada desta segunda-feira, acompanhada do companheiro, que fugiu ao perceber a chegada da Brigada Militar no local. A mulher permaneceu na unidade de saúde e foi encaminhada para prestar depoimento.

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O caso

A menina foi levada à UPA Bom Jesus, na zona Norte, por volta da meia-noite, já sem vida. Segundo a equipe médica, ela apresentava diversos sinais de violência pelo corpo, incluindo lesões que levantaram suspeita de abuso sexual. A suspeita e a causa da morte devem ser esclarecidas a partir dos resultados dos exames periciais.

O caso é investigado pela 3ª Delegacia de Polícia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA), vinculada ao Departamento Estadual da Criança e do Adolescente (Deca). A equipe realiza diligências para esclarecer as circunstâncias da morte e identificar eventuais responsáveis.

Detalhes sobre as medidas adotadas e o andamento da investigação não foram divulgados pelas autoridades para não prejudicar o trabalho policial.