Terça, 28 de Julho de 2026
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Pneumonia: os sintomas que os gaúchos ignoram e que podem virar emergência no inverno

Pneumonia é confundida com gripe no inverno gaúcho e pode virar emergência. Veja sintomas de alerta e quando procurar atendimento médico no RS.

Por: Renata Oliveira
19/06/2026 às 19h12
Pneumonia: os sintomas que os gaúchos ignoram e que podem virar emergência no inverno

A chegada do frio ao Rio Grande do Sul liga o alerta para uma doença que costuma ser subestimada: a pneumonia. No inverno gaúcho, a circulação maior de vírus respiratórios e a exposição ao ar frio e seco favorecem infecções nos pulmões — e muitos sintomas são confundidos com uma gripe comum, o que atrasa a procura por atendimento.

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A pneumonia é uma inflamação dos pulmões, geralmente causada por vírus ou bactérias, que compromete a respiração e a oxigenação do corpo. Ela pode surgir sozinha ou como complicação de um resfriado, de uma gripe ou da Covid-19 que não foi tratada adequadamente.

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O problema é que parte dos sinais se parece com os de uma virose passageira. Tosse persistente, febre, cansaço e dor no corpo são frequentemente ignorados ou tratados com remédio por conta própria. Quando a pessoa percebe que algo está errado, o quadro já pode ter avançado.

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Alguns sinais, porém, não devem ser ignorados e indicam que é hora de procurar ajuda médica: falta de ar ou respiração curta e rápida, dor no peito ao respirar ou tossir, febre alta que não cede, lábios ou unhas arroxeados, confusão mental e queda importante na disposição. Em idosos, a pneumonia pode se manifestar de forma mais discreta, às vezes sem febre.

Os grupos mais vulneráveis exigem atenção redobrada no inverno: bebês e crianças pequenas, pessoas com mais de 60 anos, gestantes e quem convive com doenças crônicas como diabetes, problemas cardíacos ou respiratórios. Nesses casos, o que parece um resfriado pode evoluir rápido para uma emergência.

Diante de qualquer sinal de alerta, a orientação é não esperar e procurar uma unidade de saúde ou pronto atendimento. Manter a vacinação em dia — incluindo gripe, Covid-19 e, para os grupos indicados, a vacina contra pneumococo —, evitar automedicação e cuidar do ambiente, com hidratação e ventilação adequada, são medidas que ajudam a reduzir o risco ao longo da estação fria.

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