
O caso teve início em 2023, quando um homem foi vítima do chamado “golpe dos nudes”, no qual criminosos obtiveram um vídeo íntimo da vítima. Em junho de 2024, já em período pré-eleitoral, uma suspeita teria começado a extorqui-lo. Após ele se recusar a ceder às exigências, um perfil falso divulgou as imagens para um familiar da vítima. Posteriormente, o vídeo começou a circular amplamente nas redes sociais, acompanhado de comentários difamatórios.
A operação foi coordenada pelos delegados Sandro Luís Meinerz e Giovanni Lovato, com apoio das equipes da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco) de Santa Maria e das delegacias de Dona Francisca, Ivorá e Pinhal Grande.
Nota da defesa
Adriano Puerari, sócio do CSMP Advogados, que representa os interesses da vítima, informou que "tem acompanhado o diligente trabalho da Polícia Civil e que, concluído o inquérito policial, a partir da análise do conteúdo dos celulares e objetos apreendidos, serão realizados todos os meios processuais que a melhor técnica recomenda para responsabilização criminal, cível e eleitoral dos envolvidos."