Domingo, 09 de Agosto de 2026
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Furtos na região central de Porto Alegre crescem 10,8%

O aumento nos casos de furtos tem causado apreensão em lojistas que atuam no Centro Histórico; especialista em segurança eletrônica recomenda a tom...

Por: Redação Acontece no RS Fonte: Agência Dino
30/11/2023 às 15h50
Furtos na região central de Porto Alegre crescem 10,8%
Imagem de pikisuperstar no Freepik

Segundo dados da Secretaria da Segurança Pública do Estado do Rio Grande do Sul (SSP-RS), houve um aumento de 10,8% nos casos de furtos a estabelecimentos comerciais com arrombamento no Centro Histórico de Porto Alegre de janeiro a julho deste ano com relação ao mesmo período do ano passado. Os registros de furtos na região passaram de 37 para 41.

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Lojistas do entorno da Avenida Otávio Rocha reclamam da insegurança a que estão sujeitos, principalmente nos finais de semana, quando o movimento de pessoas e, consequentemente, o policiamento na região central da cidade diminuem. De acordo com o relato de alguns deles, nos últimos meses ladrões arrombaram as portas ou cortinas metálicas de diversos estabelecimentos comerciais do bairro para furtar produtos, causando uma série de prejuízos.

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Ainda de acordo com a SSP-RS, o estado registrou um total de 92.760 furtos até 30 de setembro deste ano. Só na capital, Porto Alegre, ocorreram 20.929 desses furtos.

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Eduardo Volpato, fundador do Grupo Volpato, empresa que presta serviços de segurança eletrônica e facilities, considera alarmante o crescimento da violência na região central da cidade e chama atenção tanto para a necessidade de as vítimas registrarem um Boletim de Ocorrência dos casos para que a Polícia Civil possa investigá-los e planejar suas ações com vistas a coibi-los quanto para a importância de os lojistas tomarem medidas preventivas de segurança.

“Além de se preocuparem com a preservação de seus bens, os comerciantes da região devem zelar pela proteção de seus funcionários e clientes”, recomenda Volpato.

Uma das maneiras de mitigar o problema, segundo o especialista, é instalar um sistema de circuito fechado de televisão (CFTV), um mecanismo de monitoramento por meio de câmeras que é associado a um sistema de alarmes, que são, por sua vez, colocados em pontos estratégicos do estabelecimento, como portas, janelas, caixas e estoques.

“Juntos, esses equipamentos vão servir como um fator de dissuasão, inibindo a ação de criminosos e facilitando a identificação deles, além de auxiliar o lojista a realizar um controle rigoroso do fluxo de pessoas e mercadorias no interior do seu comércio”, explica Volpato.

O fundador do Grupo Volpato ressalta que, atualmente, novas tecnologias em câmeras de segurança dispõem de inteligência artificial (IA), tornando o sistema ainda mais confiável. “A IA pode, por exemplo, analisar dados em tempo real, como uma movimentação no período em que o comércio está fechado, e enviar alertas para a empresa de segurança responsável pela proteção do local”, conta.

Para saber mais, basta acessar https://www.grupovolpato.com/