Sábado, 01 de Agosto de 2026
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Novas unidades prisionais de progressão no Paraná são tema de reunião em Brasília

Encontro do diretor -geral da Polícia Pena do Paraná e diretores do Consej com o secretário nacional de políticas penais discutiu a construção de ...

Por: Redação Acontece no RS Fonte: Secom Paraná
07/06/2023 às 11h15
Novas unidades prisionais de progressão no Paraná são tema de reunião em Brasília
Foto: Polícia Penal do Paraná

A construção de novas unidades prisionais no modelo de progressão no Paraná e recursos financeiros para o desenvolvimento de novos projetos e estruturas prisionais no Estado foram assuntos de reunião do Conselho Nacional dos Secretários de Estado da Justiça, Cidadania, Direitos Humanos e Administração Penitenciária (Consej) com o secretário nacional de políticas penais, Rafael Velasco, em Brasília.

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Foi discutida a construção de três novas unidades de progressão nas cidades de Cascavel (Oeste), Cianorte (Noroeste) e Arapongas (Norte). O objetivo da reunião foi definir o projeto arquitetônico dos locais e a viabilidade de recursos federais. O 2º vice-presidente do Consej e diretor-geral da Polícia Penal do Paraná (PPPR), Osvaldo Messias Machado, explicou sobre a necessidade de construir espaços próprios para unidades de trabalho, já que as unidades de progressão existentes no Estado são espaços remodelados.

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“Nossos novos projetos de construção de unidades de progressão têm o intuito de desenvolver locais apropriados, dentro do padrão que precisamos para o tratamento penal adequado e humanizado”, disse ele. OParaná é referência com nosso modelo de unidades de progressão. Em abril, o governador Carlos Massa Ratinho Junior recebeu uma comitiva de representantes do Conej e do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) para conhecer as experiências paranaenses e buscar novos projetos para a área.

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As Unidades de Progressão fazem parte das iniciativas para a ressocialização dos detentos. O modelo garante para o mercado de trabalho. Atualmente, o Estado conta com Unidades de Progressão, além da Penitenciária Central do Estado, em Piraquara, também em Ponta Grossa, Guarapuava, Cascavel, Londrina e Maringá, mas as atividades laborais também são desenvolvidas em outras penitenciárias. Quase 30% da população carcerária paranaense trabalham, sendo que, neste caso, os detentos recebem um salário e também têm redução na pena.

O presidente do Consej e secretário de Administração Penitenciária de Rondônia, Marcus Castelo Branco, também participou do encontro. Também do Consej participaram a 1ª vice-presidente e secretária de Administração Penitenciária do Rio de Janeiro, Maria Rosa Lo Luca Nebel.