Quarta, 29 de Julho de 2026
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Mochileiro sai de Lajeado com R$ 500 e consegue chegar à Ushuaia pegando 9 caronas

Cristian Augusto da Rocha, de 27 anos, realizou uma viagem incrível de Lajeado até Ushuaia, na Argentina, com um orçamento reduzido e muita determinação.

Por: Redação Acontece no RS Fonte: Acontece no RS com informações do Agora no Vale
25/03/2023 às 16h41
Mochileiro sai de Lajeado com R$ 500 e consegue chegar à Ushuaia pegando 9 caronas
Foto: Divulgação / Agora no Vale

O mochileiro Cristian Augusto da Rocha, de 27 anos, completou um desafio ousado e inspirador: chegar à Ushuaia, conhecida como "cidade do fim do mundo", na Argentina. Ele partiu de Lajeado com apenas R$ 500 na mochila e realizou a aventura contando com caronas.

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Após 9 caronas, 3 ônibus, 17 dias de estrada e 14 noites dormindo em barraca, Cristian atingiu o destino turístico. Ushuaia é a cidade mais próxima da Antártida e marca um momento importante na vida do aventureiro, que compartilhou sua conquista no Instagram: @dope_in_the_road.

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DE ENTREGADOR A MOCHILEIRO

Em Lajeado, Cristian trabalhou como entregador de delivery do iFood de bicicleta e fotógrafo de eventos. Ao encerrar o contrato de aluguel do apartamento onde morava, decidiu que gostaria de viajar e começou a planejar seu mochilão. Morando temporariamente na casa da mãe, ele estudou a viagem e comprou os equipamentos necessários.

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"Meus gastos foram em torno de R$ 3.000, tive que comprar tudo", conta Cristian.

Optando por viajar de carona, ele levou apenas R$ 500 de Lajeado e pediu ajuda aos amigos e seguidores nas redes sociais. Cristian relata que a experiência foi inesquecível e que conheceu muitas pessoas maravilhosas que o apoiaram, oferecendo comida e até dinheiro.

Ao longo de mais de 4.500 km percorridos, o mochileiro vivenciou momentos de saudade, tristeza, felicidade e enfrentou diversos perrengues.

JÁ CONSEGUIU TRABALHO

No primeiro dia em Ushuaia, Cristian buscou um trabalho voluntário e agora trabalhará por 15 dias em troca de hospedagem. "Pretendo ficar pelo menos dois meses na Patagônia, explorando e curtindo o máximo que eu puder", revela.

Caso consiga um emprego formal, Cristian planeja ficar mais tempo. Ele não possui uma data definida para voltar e almeja novas aventuras e experiências. O mochileiro encoraja todos a buscarem seus sonhos: "Desejo que todos busquem seus sonhos e que a falta de coragem e dinheiro não afetem em nada, pois se eu consegui, todos conseguem".

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